Os alemães do Kraftwerk entraram na hora marcada e durou cerca de uma hora. A importância histórica da banda é inquestionável: são simplesmente os pais da música feita no computador, e faziam isso antes da existência do computador pessoal. A formação atual conta com Ralf Hutter (único membro da formação original que se iniciou com um duo), Fritz Hilpert, Henning Schmitz e Stefan Pfaffe. A postura da banda é absolutamente inerte: quatro figuras, em pé, com seus laptops praticamente não esboçam expressão alguma. Porém, faz parte do show: o Kraftwerk sempre primou por ser uma espécie de “1984” da música: existe algo de muito crítico na fusão máquina e homem como exposta pelo grupo, que torna-se um quase paradoxo quando Man Machine explode nos falantes e os integrantes são substituídos por robôs. De maneira bizarra, estes interagem mais com o público e apresentam mais movimentos que os próprios músicos. A apresentação foi irrepreensível, tendo um apelo visual incrível. Ver o show é uma experiência sinestésica, onde as imagens exibidas no telão, de maneira ritimada e intercalada com as sessões musicais, levam o espectador a sentir as canções. O público do festival foi ganho pela pirotecnia do show. A maior parte dos presentes não estavam lá para ve-los, porém a qualidada da apresentação e a sensação de estranhesa com a mistura de sons e imagens foi, aos poucos ganhando os presentes. Ao final, foram muito aplaudidos. Sem sombra de dúvida, as “Men Machine”, “Tour de France”, “Radioactivity” e "We are The Robots" foram os grandes momentos do show.
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3/23/2009
Just A Fest - Kraftwerk
Os alemães do Kraftwerk entraram na hora marcada e durou cerca de uma hora. A importância histórica da banda é inquestionável: são simplesmente os pais da música feita no computador, e faziam isso antes da existência do computador pessoal. A formação atual conta com Ralf Hutter (único membro da formação original que se iniciou com um duo), Fritz Hilpert, Henning Schmitz e Stefan Pfaffe. A postura da banda é absolutamente inerte: quatro figuras, em pé, com seus laptops praticamente não esboçam expressão alguma. Porém, faz parte do show: o Kraftwerk sempre primou por ser uma espécie de “1984” da música: existe algo de muito crítico na fusão máquina e homem como exposta pelo grupo, que torna-se um quase paradoxo quando Man Machine explode nos falantes e os integrantes são substituídos por robôs. De maneira bizarra, estes interagem mais com o público e apresentam mais movimentos que os próprios músicos. A apresentação foi irrepreensível, tendo um apelo visual incrível. Ver o show é uma experiência sinestésica, onde as imagens exibidas no telão, de maneira ritimada e intercalada com as sessões musicais, levam o espectador a sentir as canções. O público do festival foi ganho pela pirotecnia do show. A maior parte dos presentes não estavam lá para ve-los, porém a qualidada da apresentação e a sensação de estranhesa com a mistura de sons e imagens foi, aos poucos ganhando os presentes. Ao final, foram muito aplaudidos. Sem sombra de dúvida, as “Men Machine”, “Tour de France”, “Radioactivity” e "We are The Robots" foram os grandes momentos do show.
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