5/30/2009
Violência S/A
5/29/2009
Human Clock

Quem sabe neste site, você encontre uma forma mais divertida e criativa de ver as horas. E detalhe, este relógio humano nunca se atrasa!
Human Clock!
Abaixando a Máquina - Ética e Dor no Fotojornalismo Carioca
Relatar o coitidiano, capturar imagens do dia a dia. Existem limites para o registro fotográfico na área jornalística? Como numa cidade em uma Guerra Particular (para usar o termo de João Moreira Salles noutro documentário) fica a ética, o registro de dor e o compromisso de se noticiar. Quem é a pessoa, e o que sente a cada abertura de diafragma? Essas são algumas das questões abordadas por "Abaixando a Máquina - Ética e Dor no Fotojornalismo Carioca" de Guilermo Planel e Renata de Paula. Mesmo que o objetivo não seja criar um "tratado ético", o filme passeia pelas sensações, sentimentos, memórias e reflexões de diversos profissionais que atuam na cidade do Rio de Janeiro. Além deles o filme dá voz, a líderes comunitários, moradores, mostrando que os profissionais dia a dia caminham entre a denúncia e o espetáculo da miséria.5/28/2009
Instructables
5/27/2009
Slim Rimografia
Slim Rimografia, oriundo da zona sul de São Paulo vem injetando sangue novo e criatividade no hip hop nacional. E não é de agora. Ele já tem dois discos no curriculum, "Financeiramente Pobre" e "Introspectivo". Ouvidos em sequencia em uma apreciação calma e atenta, fica clara a percepção de uma evolução constante, de um sujeito inquieto.E é audível a incorporação de elementos musicais diversos. Nos trabalhos mais recentes, como no novo single "Canto de Vitória", percebe-se uma ênfase maior de ritmos brasileiros. Ainda que outros tenham tentando esse caminho, algo sempre fica a desejar, letras fracas, rimas previsíveis, produção tosca, o que não acontece no trabalho de Slim.
5/26/2009
Carlos Latuff
http://tales-of-iraq-war.blogspot.com/
http://latuff2.deviantart.com/



Jorge Macchi

Se quiser ver, ouvir e sentir tal experiência, ela ainda estará montada até dia 31/05 na Pinacoteca do Estado ou veja o vídeo aqui..
5/25/2009
Patrulha do Macaco
Brian Dettmer


5/20/2009
3D Burton
5/19/2009
Beatbox
Um amigo que faz beatbox, me mandou este vídeo que ao que me parece, é um artista que é referência nesta cena "men-beats-machine". Realmente é incrível o talento, a criatividade e a capacidade de reproduzir timbres de bateria e efeitos sonoros com a boca. E com o auxílio de pedais de efeitos, computadores e instrumentos orgânicos, a coisa fica mais interessante ainda. Check it out!
Kanye West Related (aff..)
CAPS LEDS RANTS from aram bartholl on Vimeo.
Eu morri de rir quando assisti à isso. O que acontece é que Kanye West foi dito pela mídia especializada como um herói do pop no ano passado, o cara levou a sério, pirou e cometeu o mesmo erro que os Beatles, disse ser maior que Jesus. Enfim, explanações à parte, é legal ver como os virais dizem um monte de coisas sem falar nada. Depois do Ashton Kutcher ter feito campanha para "ganhar" da CNN em seguidores no twitter, da Ellen Degeneres ter colocado uma equipe de 17 pessoas para cuidar do seu, e a Oprah Winfrey conseguir 900 e tantos mil seguidores em poucas semanas, é incrível ver o filho de Deus, nosso odiado Kanye não ter um twitter, e ficar brigando para que seu fake fosse retirado da rede. Piada super conveniente.
via: http://fffff.at/
5/18/2009
DIY Speakers!

Projeto de caixas de som de montar - achei interessante a idéia, apesar de imaginar que o som não deva ser incrível. O legal é a possibilidade de customizar, pintar, fazer colagens na sua própria caixinha.. É só criar uma "máscara" da caixinha aberta, recortar, pintar e montar. Cansou? Recorta outra, faz uma nova e pronto.
via: pristina.org / designyoutrust.com
5/14/2009
E.M.I.C.I.D.A

"(...) minhas rimas tão na rua, e por enquanto é o seguinte/ se não chegou até você é porque não é pra você ser ouvinte (...)"
"(...) se nóis chega, sem glock, nove não precisa é só no psico/ a frieza do nosso olhar já planta o medo nos bico/ os vidro sobe, quem deve se apavora/ pensando: se eles quisessem se vingar da escravidão agora/ to pra morrer, igual aos trezentos de esparta/ cêis duvidaram, até chegar o teco de orelha nas carta (...)"
"(...) 10 vezes melhor, pra ser visto como igual to cheio/ mas é a lei, o problema é de quem faz nove e meio/ profecias são profecias parceiro/ pergunta pro Barrichelo se os últimos serão os primeiros (...)"
É esse tipo de rima sagaz e inteligente que você encontrará na mixtape de EMICIDA. Com certeza é um trabalho que mostra que o rap ainda tem muita coisa interessante a nos dizer.
Procurem pela mixtape: EMICIDA - "Pra quem já mordeu um cachorro por comida, até que eu cheguei longe."
Segue abaixo um de seus vídeos de freestyle, onde ele derrota a Negra Rê na rinha dos MC's 2006. Genial!
5/12/2009
De volta para casa

Heima - que é a expressão em finlandês para "Em Casa" - é o título do documentário sobre a banda Sigur Rós, dirigido por Dean DeBlois. Documentando uma turnê totalmente gratuita realizada na Finlândia no ano de 2006, o filme têm uma característica bastante diferenciada no que se refere a "filmes de banda": Heima é muito inovador no que se refere a linguagem, visto que existe uma interessante narrativa sobre as razões para a banda estar novamente excursionando em seu país. Infelizmente, o filme não entrou em cartas no Brasil, porém foi selecionado para diversos festivais internacionais de cinema. Imperdível para os fãs e também para os admiradores da música de qualidade, visto que o Sigur Rós é, sem dúvida, uma das bandas mais interessantes e inovadoras da atualidade. Abaixo, o trailer oficial.
5/11/2009
The Interpretation
The Interpretation é um curta de animação abstrato dos designers americanos Michael Paul Young e Michael Cina, do estúdio YouWorkForThem. Com visual belíssimo, a animação mostra um ambiente orgânico (aparentemente uma floresta) com formas simplificadas, mas com todo o dinamismo que se encontra na microbiologia. Selecionado para diversos festivais independentes de cinema e animação, o filme pode ser adquirido em DVD aqui.
-TC-
5/10/2009
Rob Mazurek & Exploding Star Orchestra
Uma prova disso foram os shows de Rob Mazurek & Exploding Star Orchestra que aconteceram nos dias 08 e 09 de maio, e contaram com a participação de membros da banda paulistana Hurtmold e de uma das figuras mais importantes do Jazz dos últimos 20 anos, Roscoe Mitchell (Art Ensemble of Chicago).
Com peças musicais inéditas, que foram compostas especialmente para as apresentações em São Paulo, Rob Mazurek, um dos mais importantes compositores de musica abstrata e improvisador da atualidade, nos mostrou o que o jazz e a música contemporânea tem de melhor. Composições densas, intensas e vibrantes, que nos surpreendiam a cada movimento, deixando sempre no ar aquela sensação de "o que virá depois disso?". Inevitávelmente as imagens que povoaram a minha mente e a de muitos no sesc vila mariana, eram imagens de grandes cidades; movimentadas, turbulentas, confusas, mas com momentos de intensa beleza.
O Exploding Star está em atividade desde 2005 e já lançou dois discos, "We are all from somewhere else" e "Bill dixon with exploding star orchestra" ambos pelo selo Thril Jockey records.
Para quem não foi aos shows no final de semana, onde pudemos ser brindados com a participação de 15 músicos simultâneamente no palco, fica abaixo um trecho do show retirado do you tube.
Série - Fios II
Eles estão por toda parte. Serpenteiam a cidade. Cortam meu céu. Mas depois que viraram capa de disco do Chico Buarque, viraram um infame cliché.
Fotos por: Thiago Zati
5/09/2009
play him off, keyboard cat!
O gato aprova e celebra!
hahaa, um pouco de diversão né gente? hoje é sábado.. dia de espairecer um pouco.
5/06/2009
Aakash Nihalani
Veja os trabalhos de Aakash Nihalani.




Humor Negro Inteligente
-TC-
5/05/2009
Pentágono - É o moio!
Lançaram agora o primeiro clipe do disco, cuja música se chama "É o moio", produzido pelo videomaker Pedro Gomes. Se você já mora ou já esteve em uma "Quebrada" com certeza vai perceber situações comuns a qualquer uma delas, seja na zona norte, sul, leste ou oeste. o clipe é bem divertido e leve, assim como o som do Pentágono, mas sem ser politicamente correto ou vazio de discurso, muito pelo contrário. Dá uma conferida no clip e no myspace dos caras!
É o Moio_Pentagono HD from Pedro Gomes on Vimeo.
Ártico
Só vejo branco, luz e azul.


5/04/2009
Alguma coisa está fora da ordem
A primeira manifestação das várias já feitas esse ano em Paris, homem mostra revolta contra os valores da republica francesa.
Foto e texto por Gabi Laurentiis
Nas ruas de Paris a impressão é de calma. As manifestações e ocupações que acontecem desde o começo do ano não parecem abalar a paz dos franceses. Uma cidade pacata, regrada, normativa. Vemos no centro de Paris uma juventude pacífica, ou quase apática. Mas qual juventude? Não a da periferia. Os jovens do banlieu na sua maioria são filhos de imigrantes de países africanos. Importante: todas as pessoas nascidas em território francês são consideradas cidadãos franceses. E mais, não se pode nunca dizer os negros, os africanos ou os árabes: na França, todo mundo é (?) igual. Guardemos essa informação. A Republica Francesa é celebrada a todo tempo. Prédios públicos, casas ou esquinas comuns trazem o símbolo máximo do orgulho da nação: a bandeira que representa igualdade, liberdade e fraternidade. Alias é comum ver essas três palavras escritas em diversos lugares. Não se pode compreender minimamente a sociedade francesa, sem entender o significado que essas palavras exercem. Quando falamos em liberdade e igualdade é mais fácil: todos os cidadãos são livres e iguais, não pretendo aqui discutir a fundo a não verdade dessa afirmação. Mas o que me chama atenção é a questão da fraternidade: acredito que reside nessa palavra a grande (porém sutil) particularidade francesa. Marx em seus escritos sobre as lutas de classe na França de 1848 à 1850 explica: “A frase que correspondia a imaginária abolição das relações entre classes era fraternité, a fraternidade universal, o amor entre irmãos. Esta cômoda abstração dos antagonismos de classe, esta conciliação sentimental dos interesses de classe contraditórios, esta visionária elevação acima da luta de classes, a fraternité era na verdade a palavra-chave da revolução de Fevereiro. As classes estavam divididas por um simples mal-entendido.” Voltemos a “igualdade” de todos os franceses. Ou melhor, ao sentimento de fraternidade que é tão aclamado por aqui. Não se pode falar nos negros ou nos africanos, todos são irmãos, todos os são franceses. Mas de fato são eles, os filhos de imigrantes, os primeiros a serem demitidos com a crise. São eles que moram na cité, nos bairros difíceis como eles chamam aqui. São eles que não entram nas melhores universidades, nas grands écoles. É para conter a revolta deles que o presidente manda centenas de policias para rua, é o rap deles que não toca na radio. Portanto são eles que não pertencem a grande “irmandade” francesa. A fraternidade, como igualdade e a liberdade, não existem nem na França nem em lugar nenhum do mundo. A musica Nique le système,- Explodir (ou fuder) com o Sistema - dos rappers Sniper, Tandem, Eben e Baccar é uma prova disso. Falando da França eles cantam:
Ela tenta queimar nossas raízes
Todos os anos, todos os meses, todos os dias
São nossos irmãos que ela assassina
Ela nos enrola, ela mente
Ela blefa, ela nos fascina
É a inimigo do gueto, um dia ruim se desenha
Oh babilônia, teu sistema foi concebido para nos enterrar mais cedo
Mas existem soldados, verdadeiros guerreiros no gueto.
E a fraternidade onde fica?
Entre eles, por que como cantam são seus “irmãos que ela assassina”.
Acabo por aqui contando de uma noite que voltava pra casa. Em Paris, existem ônibus que funcionam durante toda a noite, e se os franceses já parecem apáticos durante o dia, na madrugada o silêncio nesses ônibus é total. Um dia desses, entro num deles e sento em um dos bancos de trás. Ao meu lado vários jovens entre 20 e 25 anos, jovens da periferia. Como sei? As roupas e o jeito de falar que são muito característicos. Fumavam maconha, faziam rap e mais importante: eles riam de uma maneira que não se vê muitos franceses fazendo. Logo após um senhor negro entra no ônibus, conversa com eles, pergunta se estou bem e ri também. No breve trajeto trocamos algumas palavras. Desço com a confirmação de que diante da apatia francesa só eles, os imigrantes, os africanos, os negros, os árabes podem mudar a sociedade francesa e acabar com o silencio e a calma da linda Paris.
Gabi Laurentiis é estudante de Ciências Socias. Atualmente reside e estuda em Paris onde, esporadicamente, vai escrever essa coluna.
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Encomendando obras de grandes artistas-grafiteiros, Alain-Dominique Gallizia constituiu e continua a reunir o mais importante registro pintado desta arte até então efêmera. 300 quadros foram unidos neste projeto único da história da Arte.
5/03/2009
5/02/2009
The Berrics
O site é realmente incrível e os jogos criados pela dupla Berra e Koston são divertidíssimos, como por exemplo "Skate or Dice" e "The granite project".
Se você anda de skate, ou simplesmente curte este esporte, com certeza irá deliciar-se em The Berrics.



